Fiz a reportagem que ganharia texto final de Fred Suter - e chamada tarja preta na capa.
Era setembro de 1994 e quem me chamou foi a jornalista Elda Priami.
Mas caprichei na apuração. Era 1994, eu morava no Rio de Janeiro e já amava trabalhar.
Tanto que eu fazia "dois turnos": atuava como frila-fixo na redação de CARAS na Torre do Rio Sul das 9h às 16h, e, depois, fazia de casa frilas para o Palmério Dória, que era redator-chefe de INTERVIEW e diretor de redação de INTERVIEW SEXY.
Vinte anos mais velho que eu, o jornalista Fred Suter assinou o texto final. Nunca o conheci pessoalmente, mas estar nas páginas de INTERVIEW com ele me deu gás para seguir perseguindo os melhores. Quem é bamba sabe como eu persigo mesmo (alô, Cynthia de Almeida!).
Assinei no rodapé quando ainda usava o sobrenome do meu pai.










